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Siyahamba!!!

Abril 10, 2008

Siyahamb’ ekukhanyen’ kwenkhos’,
Siyahamb’ ekukhanyen’ kwenkhos’,
Siyahamb’ ekukhanyen’ kwenkhos’,
Siyahamb’ ekukhanyen’ kwen-,
Khanyen’ kwenkhos’,
Siyahamba, hamba,
Siyahamba, hamba,
Siyahamb’ ekukhanyen’ kwen-,
Khanyen’ kwenkhos’.
Siyahamba, hamba,
Siyahamba, hamba,
Siyahamb’ ekukhanyen’ kwenkhos’.

We are marching in the light of God,
We are marching in the light of God,
We are marching in the light of God,
We are marching in the light of,
The light of God,
We are marching, marching,
We are marching, marching,
We are marching in the light of,
The light of God,
We are marching, marching,
We are marching, marching,
We are marching in the light of God.

Para os interessados, aqui fica a partitura para coro:

http://ubisunt.iespana.es/partituras/clasica/anon_siyahamba.pdf

Experimentem também nas aulas de Música (do primeiro ao segundo ciclo), só com uma voz, e juntem-lhe uma actividade.

Ex. Acompanhamento com um bordão em instrumentos de lâminas, juntem-lhe uma coreografia, etc… Caso não tenham Instrumental Orff ao vosso dispor, utilizem percussão corporal ou até mesmo instrumentos de pequena percussão construídos pelas crianças.

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O Ensino da Música no 1º CEB

Abril 7, 2008

Num mundo cada vez mais marcado pelo negativismo e pelas dificuldades humanas, é muito frequente e natural a procura de refúgios que suavizam o dia-a-dia. A arte, enquanto manifestação que nos faz deleitar nos mais agradáveis horizontes da vida, é, na grande maioria das vezes, o refúgio encontrado por muitos, transformando-se num modo de estar, ser e viver para outros.

Quer nos momentos de criação quer nos momentos de deleite, a arte propicia sempre a articulação entre a razão, a imaginação e a emoção, oferecendo às pessoas novas perspectivas, novos mundos, novas formas de ver e viver a sociedade e na sociedade. Portanto, enquanto marco de identificação de uma cultura, e porque nelas estão implícitas vivências individuais e sociais, as manifestações artísticas são um excelente veículo de formação e desenvolvimento pessoal, social e cultural (Currículo Nacional do Ensino Básico, 2001). Assim se entende, cada vez mais, a pertinência do ensino das artes nas escolas já que, dadas as valências que apresentam, e tal como muitos estudos científicos comprovam, estas vivências contribuem em larga escala para o rendimento escolar já que influenciam “o modo como se aprende, como se comunica e como se interpretam os significados do quotidiano. Desta forma, contribui para o desenvolvimento de diferentes competências e reflecte-se no modo como se pensa, no que se pensa, e no que se produz com o pensamento” (Currículo Nacional do Ensino Básico, 2001, p. 149).

Qual é a função desta disciplina nas nossas escolas? Nós “somos musicais: precisamos apenas da oportunidade para que a nossa musicalidade seja celebrada e desenvolvida. Este é o principal objectivo da Educação Musical” (Graham F. Welsh, 2003, 17), e de facto, se reflectirmos bem sobre este assunto, a influência da música começa a ser sentida mesmo antes do nascimento. Célebres são as histórias das reacções dos bebés, a partir do terceiro mês de gestação, à música e à voz e canções da mãe (Graham F. Welsh, 2003).

Tal como nas outras áreas do saber, também em Educação Musical, as competências a atingir são pensadas de forma a proporcionar experiências diversificadas, conduzindo assim a uma autonomia crescente. Vivendo experiências diversificadas e conjugadas ou relacionadas entre si, o aluno vai construindo a sua própria cultura musical (no verdadeiro sentido da expressão) que, assim sendo, será cada vez mais abrangente – vai construindo a sua própria Literacia Musical (Currículo Nacional do Ensino Básico, 2001).

Tal como é evidenciado na citação abaixo mencionada, a música deve ser primeiro aprendida só depois é ensinada, ou seja, primeiro a experiência e a diversão, depois a técnica e a teoria. Lembro nomes na área da pedagogia musical como Jos Wuytack, Piere van Hawe, entre muitos outros, como apoiantes acérrimos deste tipo de práticas onde a actividade e a criatividade são princípios fundamentais, e que, felizmente, esta nova geração de formandos nesta área tendem a seguir. Acreditando que “ (…) a espontaneidade e a capacidade criadora da criança devem ser estimulados (…)” (Associação Wuytack de Pedagogia Musical, 2004, p.4), vamos criando uma base sólida a partir da qual se poderá desenvolver, posteriormente ou em simultâneo, tudo o resto de forma integrada.

 

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A música e a criança

Abril 7, 2008

“(…) É afortunada a criança a quem a mãe, desde os seus primeiros dias de vida, proporciona experiências musicais. (…) Como qualquer outra arte, a música é cheia de significado quando é primeiro aprendida e não ensinada. O divertimento vem primeiro, a técnica vem depois.”

Helen Christianson

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